like
Anonymous: Minhas postagens são totalmente diferentes das suas, mas eu me sinto tão bem aqui, seu mundo passa algo tão bom!

fico feliz com isso (:

meu-passaroazul: Passando só pra dizer que gosto dos teus escritos desde que li "O jogo no tapete", e que é muito agradável o seu cantinho.

obrigado! gosto do seu tumblr desde 30 segundos atrás que entrei e tá tocando a banda mais bonita da cidade <3

butrue-deactivated20140604: Estou apaixonada no teu tumblr, quero morar aqui pelo resto de minha vida!

em pleno 2014 eu receber uma ask dessa rsrs <3

"Quero ter uma mão, ter um chão onde pisar, um coração. Quero ter o céu, ter o ar, ter o mel e o sonhar, quero acordar, quero suspirar. Quero ter da vida o melhor, e não fugir do pior, mesmo do que estar por vir, saber discernir, entre o bem e o mal, afinal, nunca se sabe a hora de partir. Quero todas as palavras, todas as casas, todos os enfeites e azulejos, quero as flores e as cortinas, a cozinha, e a sala de estar. Quero um poema para recitar. Quero um poema para adotar. Quero mais palavras sem significados, só pra ler e imaginar. Quero mais frases, pra todos os lados, e mais vírgulas pra quebrar, o meu, o seu, e o de quem a ler ousar. Quero tudo, quero o hoje, quero tudo pra ontem, e que amanhã eu possa ter, se não tudo, um pouco, ou a chance de ter uma mão, ter um chão onde pisar, um coração. Ter o céu, ter o ar, ter o mel e o sonhar. Ter o acordar e o suspirar. Ter da vida o melhor, e ter alguém pra compartilhar." - Luiz Henrique, “pedido de hoje”
like
like
"Eu não quero mudar o mundo,
não quero mudar o meu rumo,
não quero nem o descuido
de um dia me reencontrar

Não quero saber do que tenho,
nem vender o que não preciso,
mas que desse lado do muro
eu possa te ver flutuar

Mas se tão pesado estou
e veja onde o filme chegou
não mais poderemos voltar

Eu não quero mudar o mundo,
mas eu seguirei no meu rumo,
talvez no poema eu descuido
e invente você retornar
" - Luiz Henrique, “desse lado do muro, ainda guardei seu lugar” - 05/05/2014
like
like
like
"Será que o mesmo acaso
pode acontecer duas vezes?
ou que meu embaraço
não será como o dos meus treze?

E que nas próximas vezes
eu tire os meus pés do chão,
tire os quadros das paredes
e pinte com minhas próprias mãos?

Será que essas minhas histórias
um dia passem de invenções?
Será que meus pontos finais
sejam sorrisos em conclusões?

Quem sabe?
Quem crê?
Se parte do que escrevo
nem mesmo eu posso entender
E outras tantas linhas apagadas,
historias mal terminadas,
tantas páginas rasgadas e a minha,
a minha,
a minha sempre remendada.

Isso não irrita? Não é ruim para quem me lê?
Parece que os lados dessa fita
são iguais para quem vê
Mas não se fazem mais aparelhos que leem
esse tipo de antiguidade,
não se fazem mais pessoas
pras minhas dificuldades

Não se fazem mais poemas
que saiam dos mesmos padrões,
não se fazem mais leitores
para minhas dimensões

Não se cria mais passado
pra casar com meu futuro.
“Casar”
Mas que verbo absurdo
pra alguém que não pode
devolver o que lhe pede
e que acha que resolve
se perder do que não deve

Volta, garoto
Volta pro seu lugar
Quem sabe no seu canto
você goste de ficar
Quem sabe no seu pranto
alguém queira se encaixar
Mas só até de seu encanto
junto ao sonho despertar." - Luiz Henrique, “me desculpe, é meio pessoal” - 02/05/2014
like
like
você que tem leitores fiéis, obrigado por reblogar minhas autorias.
©
leitores online Real Time Web Analytics